Governador diz que, em 15 dias, fará uma proposta inicial a professores
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O governo é pressionado por parte do PT para atender à principal reivindicação do Cpers, pagamento do piso nacional do magistério. Um entendimento com o magistério somaria muitos pontos ao governo, porque resolveria uma questão histórica. A concessão de ganhos às categorias evitará que a oposição tente se apropriar de uma bandeira histórica do PT e, além disso, que o PSol ganhe ainda mais terreno dentro do Cpers. Tarso levou para o encontro o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, e os secretários da Educação, José Clóvis de Azevedo, e da Administração, Stela Farias. Ao final, o governador preferiu não se manifestar sobre o piso nacional.
A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, amenizou o discurso, informando que as categorias vão aguardar que o governo apresente sua proposta. José Clóvis disse que a questão financeira não está definida, apesar de que certamente "haverá avanços ainda neste ano". Ele revelou ainda que a Secretaria da Fazenda fez o levantamento sobre o impacto do pagamento do piso nacional e já repassou as informações para a Casa Civil, que, oficialmente, informa estar "trabalhando no levantamento."
Correio do Povo
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