Parlamentares avaliam as medidas de contenção de gastos no Õrçamento
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"Tem que cortar aquilo que foi gasto além da capacidade real do país. No meu entender, cortaram errado. Ao mesmo tempo em que cortaram verbas do Ministério das Cidades, destinadas a saneamento e à moradia, deixa-se uma estrutura inchada de governo, com 37 ministérios. E a presidente anuncia a criação de mais um", criticou o tucano.
O senador gaúcho Paulo Paim (PT), aliado do governo, disse não ter ficado preocupado com os cortes em benefícios previdenciários - área na qual atua no Congresso. Ele tem negociado com o governo a formação de uma comissão para propor alternativas ao Fator Previdenciário e uma política permanente para os aposentados e disse estar confiante que isso não será prejudicado pelo aperto fiscal.
"Sempre tenho dito que a Previdência é superavitária. No momento, é mais importante a política do salário mínimo que foi aprovada, manter a inflação sob controle e garantir um norte para a questão dos aposentados. Nada disso será afetado", avaliou Paim.
Correio do Povo
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