1.12.10

Dilma já estuda manter Forças Armadas no Rio até 2014

Sucesso da tomada do Alemão entusiasmou a presidente eleita, que pretende expandir modelo para outras capitais com problemas de segurança, diz jornal

Soldado do exército revista morador no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro – 29/11/2010

Soldado do exército revista morador no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro – 29/11/2010 (Sergio Moraes/Reuters)

"Dilma se mostrou entusiasmada em poder colocar tanto homens quanto equipamentos à disposição"

Luiz Fernando Pezão, vice-governador do Rio

O sucesso da operação que devolveu ao Rio de Janeiro o controle do Complexo do Alemão, antes dominado pelos traficantes, entusiasmou a presidente eleita, Dilma Rousseff. E ela já estuda manter as Forças Armadas atuando no combate ao crime no estado até a Copa de 2014. De acordo com a edição desta quarta-feira do jornal O Estado de S. Paulo, Dilma acredita que o modelo utilizado no Rio – uma parceria entre os militares e as polícias Civil, Militar e Federal – possa servir também para outras capitais brasileiras com problemas de segurança.

O assunto foi discutido na segunda-feira numa reunião entre a presidente eleita, o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Também participou do encontro o vice-governador do estado, Luiz Fernando Pezão, que contou ao jornal os principais temas em debate durante a reunião. Segundo ele, a ação no Rio foi considerada um excelente "laboratório" do uso das Forças Armadas no combate ao crime. Justamente por isso Dilma teria dito que a parceria deve se repetir.

A presidente eleita estaria estudando a possibilidade de ter homens da Marinha no patrulhamento da Baía de Guanabara, além do envio de equipamentos e soldados do Exército para outras comunidades fluminenses. O exemplo da tomada do Alemão e da Vila Cruzeiro servirá de base para a questão da segurança no governo Dilma, que termina cinco meses após o Mundial de 2014.

"Dilma se mostrou entusiasmada em poder colocar tanto homens quanto equipamentos à disposição. Quando assumiu, o governador Sérgio Cabral disse que até o fim do mandato iria entregar todos os territórios livres de milícias e do tráfico. Esse objetivo se torna mais concreto com a parceria que nos foi oferecida", disse Pezão ao jornal.

Na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a afirmar que a permanência dos homens das Forças Armadas no Rio se dará “pelo tempo que for necessário para garantir a paz”. Pouco antes, Cabral havia formalizado ao Planalto o pedido para que as tropas ficassem no estado até outubro de 2011. Lula não descartou sequer o envio de mais soldados ao Rio. "Se em algum momento, o comandante da operação decide os homens são mais necessários, vamos responder", disse o presidente.

No blog VEJA Acompanha, outras notícias sobre o combate ao crime organizado no Rio


Veja.com

Frigorífico é maior doador

A prestação final de contas ao Tribunal Superior Eleitoral revela que o maior doador da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência foi o grupo JBS/Friboi (R$ 10 milhões). Depois, vêm as construtoras Camargo Corrêa (R$ 8,5 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 5,1 milhões) e UTC Engenharia (R$ 5 milhões).

Correio do Povo

Aécio minimiza briga entre tucanos

Depois de um longo período de férias e distante da polêmica sobre a disputa entre tucanos paulistas e mineiros por espaço dentro do PSDB, o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB) minimizou ontem a briga. "Não existe esta disputa entre estados, isso é uma grande bobagem. Isso está na cabeça de uma ou outra figura de menor expressão", disse Aécio.

Perguntado se teria alguma objeção ao nome do ex-governador de São Paulo José Serra para a presidência do partido, Aécio desconversou, sem descartar a hipótese: "Não tive nenhuma conversa com companheiros do partido sobre isso, mas as coisas caminharão com naturalidade. O PSDB tem quadros extraordinários, o José Serra é um deles".

Aécio defendeu a atualização do programa do partido, o fortalecimento dos governos estaduais administrados por tucanos e a união de forças para o PSDB voltar ao poder federal em 2014. "Enganam-se aqueles que duvidam da nossa unidade. Acima de quaisquer interesses pessoais que um ou outro possa ter, permanecerá o interesse do país. E o interesse do país passa pela unidade do PSDB", afirmou. Ele participou ontem, ao lado do governador Antonio Anastasia, de uma inauguração e discursou como se ainda fosse governador

Correio do Povo

Celso Amorim minimiza importância das revelações do WikiLeaks

Em Washington, chanceler brasileiro afirmou que não lhe interessa o tom que um agente diplomático americano utiliza em suas avaliações


"A maior parte do que li eu já conhecia ou é pouco relevante", diz ministro - Mandel Ngan / AFP

"A maior parte do que li eu já conhecia ou é pouco relevante", diz ministro
Foto:Mandel Ngan / AFP


— Devo dizer que não estou tão emocionado como a maioria de vocês — afirmou, nesta terça-feira, o chanceler brasileiro Celso Amorim, referindo-se aos documentos recentemente divulgados pelo site WikiLeaks. Em Washington, Amorim frisou que não lhe interessa o tom que um agente diplomático americano utiliza para fazer suas avaliações.

— A maior parte do que li eu já conhecia ou é pouco relevante — revelou o chefe da diplomacia brasileira, que foi reconhecido nesta terça pela revista Foreign Policy como um dos 100 pensadores globais de 2010.

Ao ser questionado sobre a preocupação dos Estados Unidos com a negativa de Brasília de qualificar certos grupos como terroristas, ou sua sensibilidade diante de insinuações de que estes grupos poderiam manter atividades no Brasil, Amorim respondeu:

— O Brasil combate o terrorismo, mas tem uma visão diferente: não tendemos a associar todo crime ao terrorismo.

O chanceler brasileiro citou as recentes operações policiais para desalojar traficantes no Rio de Janeiro como uma prova da preocupação com a segurança no Brasil, que será sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. E emendou, sobre os documentos divulgados no site:

— Você acredita em tudo o que dizem nos telegramas?


AFP e Zero Hora

Bernardo vai assumir Comunicações

Secretário do governo fluminense foi convidado para Ministério da Saúde

Ministro do Planejamento trocará de ministério no governo Dilma
Crédito: josé cruz / abr / cp



O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, aceitou convite da presidente eleita, Dilma Rousseff, para comandar o Ministério das Comunicações no novo governo. À frente das Comunicações, caberá a Bernardo reorganizar a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), alvo de escândalos de corrupção desde o primeiro mandato do presidente Lula. Bernardo já começou um diagnóstico da estatal, tendo sido nomeado "interventor informal" por Lula.

O PMDB perde o controle da Pasta, mas deverá ser compensado com outro ministério, provavelmente, o das Cidades. Caberá ao novo ministro retirar do papel e impulsionar o Plano Nacional de Banda Larga, projeto atualmente conduzido pela Casa Civil. O assessor especial da Presidência, César Alvarez, deve ir para o ministério trabalhar ao lado de Bernardo, que também assumirá o novo marco regulatório das comunicações, projeto embrionário que, no momento, é conduzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Bernardo herdará o anteprojeto das mãos de Franklin Martins, que deixará o governo.

Para o Ministério da Saúde, Dilma teria escolhido o médico ortopedista e secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Luiz Côrtes da Silveira. O convite, que foi aceito, contempla o PMDB, que continuaria a comandar o ministério de maior orçamento no governo federal.

Correio do Povo

Artigo cria polêmica na Assembleia gaúcha

Piratini inclui proposta de incorporação de FGs e gera descontentamento

Pont critica ideia do Executivo estadual: 'Querem criar novas distorções'
Crédito: Fabiano do amaral / cp memória



Um projeto de lei que trata da prorrogação de contratos temporários de professores está causando polêmica na Assembleia. Tramitando em regime urgência, o projeto de lei 255 traz uma alteração que prevê incorporação na aposentadoria para o funcionário público (professor ou não) que, durante pelo menos um ano, exercer a atividade de secretário de Estado.

Encaminhada pelo Executivo, a iniciativa estabelece que o benefício atingirá quem tiver cinco anos ininterruptos de função gratificada ou por dez anos intercalados. Na prática, ao se aposentar, o funcionário poderá optar pela maior gratificação. Embora não tenha entrado na pauta de votação, a proposta coloca a oposição na linha de frente de combate ao proposto pelo Piratini.

O deputado Raul Pont (PT) criticou a ideia e ressaltou que o parlamento já concedeu aumento ao cargo de secretário. "Qualquer incorporação, qualquer critério que venha incorporar funções gratificadas, ou alguma outra vantagem pessoal nesse salário, é equivoco. É criar de novo distorções que se conseguiu desfazer", disse. Ele lembra que a defasagem entre os vencimentos de parlamentar, governador e secretários já foi superada. "Corrigimos isso e esperamos que se mantenha, porque é um critério que dá certa isonomia", disse.



Correio do Povo

Lula diz que Exército não tem data para sair do Rio

Armamentos e drogas apreendidos pelos policiais no Complexo do Alemão: poder gigantesco
Crédito: DOMINGOS PEIXOTO / AG / CP



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a garantir ontem todo o apoio necessário ao governo do Rio de Janeiro na estratégia de enfrentamento do crime organizado. Segundo Lula, as tropas das Forças Armadas ficarão no Rio o "tempo que for necessário para garantir a paz". O governador Sérgio Cabral já assinou pedido formal ao Ministério da Defesa para a permanência das Forças Armadas até outubro de 2011. Ontem, a Polícia Civil encontrou um túnel que teria sido usado na fuga de traficantes no Complexo do Alemão, na zona Norte da cidade. E as autoridades da Secretaria da Segurança apresentaram também um arsenal de armas e um estoque gigantesco de drogas que estavam em poder dos traficantes no Complexo do Alemão.

Correio do Povo

Cabral afirma que secretário Sérgio Côrtes deverá ser ministro da Saúde de Dilma

O governador do Rio de Janeiro conversou com a presidente eleita nessa segunda-feira

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse nesta terça-feira que o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, deverá ser ministro da Saúde no governo da presidente eleita, Dilma Rousseff. Ele afirmou que conversou “longamente” com Dilma ontem, em Brasília, e que um dos assuntos abordados foi a possibilidade de convidar Côrtes para o cargo.

— Ela foi muito enfática, na campanha, na admiração do trabalho que realizamos aqui na área da saúde pública. E o Sérgio Côrtes, provavelmente, será o próximo ministro da Saúde. Para nós, é uma honra. Já foi feito um convite. Eu já o consultei, e ele aceitou. Mas é evidente que ele vai ter que sentar com a presidente e conversar — disse Cabral, durante a inauguração da 13ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Morro dos Macacos, zona norte do Rio.

O governador informou que a atual subsecretária executiva, Monique Fazzi, substituirá Côrtes no comando da pasta. Segundo o governador, Dilma prometeu grandes investimentos no Rio de Janeiro, por meio de obras da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) no Estado.

Agência Brasil e Zero Hora

176 prefeituras terão perdas

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), pelo menos 176 prefeituras do Brasil irão sofrer perda no coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), devido à queda no número de habitantes, conforme informaram os dados do Censo 2010 anunciados ontem. A lista inclui 13 cidades do Rio Grande do Sul.



Correio do Povo

67,6 milhões de casas visitadas

O Censo visitou 67,6 milhões de domicílios em quatro meses. Em 56,5 milhões de residências, os moradores foram entrevistados, mas em 6,1 milhões os recenseadores não encontraram ninguém. Os domicílios de uso ocasional somaram 3,9 milhões. Já os coletivos (hotéis, pensões, presídios, quartéis, asilos, orfanatos, etc.) chegaram a 110 mil.

Correio do Povo

Atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo assumirá o Ministério das Comunicações

Decisão já foi comunicada por Dilma Rousseff

Atual ministro do Planejamento, o petista Paulo Bernardo vai assumir o ministério das Comunicações no governo Dilma. A decisão já foi comunicada por Dilma Rousseff à cúpula do PMDB.

Atualmente, o ministro das Comunicações é o peemedebista José Artur Filardi.

Nascido em São Paulo, em 1952, Paulo Bernardo é bancário. A carreira política começou em 1991, quando foi eleito deputado federal no Paraná. Em 1999, assumiu o cargo de secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, onde permaneceu até o fim de 2000.

Em 2002, foi eleito para o seu terceiro mandato, ocupando cargos de destaque na Câmara Federal. Licenciou-se em março 2005 para assumir o ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.


Rádio Gaúcha e Zero Hora

José Alencar tem piora na função renal, diz hospital

O vice-presidente está na UTI e se recupera de cirurgia para resolver obstrução intestinal

O hospital Sírio-Libanês divulgou nota nesta terça-feira informando que o vice-presidente da República, José Alencar, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Cardiológica por ter apresentado, na segunda-feira, piora na função renal. Ele se recupera de uma cirurgia para resolver obstrução intestinal, realizada no último dia 27, no hospital na capital paulista.

Segundo a nota, "hoje, 30, teve (o paciente) que ser submetido à sessão de hemodiálise, que transcorreu bem e sem nenhuma intercorrência. Os demais parâmetros continuam estáveis".

Alencar está sendo tratado pela equipe médica coordenada por Raul Cutait, Ademar Lopes, Paulo Hoff, Roberto Kalil Filho e Paulo Ayroza Galvão.


Agência Estado e Zero Hora

A população brasileira: 190.732.694

O resultado do Censo 2010, divulgado nessa segunda-feira, revela que o Brasil tem uma população de 190.732.694 pessoas. Em comparação com o Censo 2000, houve um aumento de 20.933.524 habitantes - o que significa 12,3% mais pessoas nos últimos dez anos. O crescimento é menor do que foi observado na década anterior: 15,6% entre 1991 e 2000.

O levantamento do IBGE também revela que há 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens, o que significa que há 95,9 homens para cada cem mulheres. Em 2000, a relação era de 86,9 homens para cada cem mulheres. A população urbana também cresceu - em 2000, ela representava 81,25% dos brasileiros, e agora, soma 84,35%.

O município que tem o maior percentual de homens é Balbinos (SP), com 82,2% da população do sexo masculino. Já Santos (SP) tem o maior percentual de mulheres: 54,25%. Niterói (RJ) fica em quinto lugar no ranking de cidades com mais mulheres: 53,69% da população é do sexo feminino. A Bahia tem o maior número de pessoas com mais de 100 anos (3.525), seguida por São Paulo (3.146) e por Minas Gerais (2.597). No total, o país possui 23.760 centenários.

Conforme o levantamento, o Sudeste continua a ser a mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas. No entanto, a região perdeu participação na população brasileira: de 42,8% caiu para 42,1%. Também perderam as regiões Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Já o Norte e o Centro-Oeste aumentaram os percentuais da população. A região Norte passou de 7,6% para 8,3%, e a Centro-Oeste, de 6,9% para 7,4%.

Entre os estados, São Paulo continua sendo o mais populoso - com 41.252.160 habitantes - e Roraima o menos - com 451.227 pessoas. Minas Gerais é o segundo estado mais populoso, seguido do Rio de Janeiro. A cidade de São Paulo segue sendo a maior cidade do país, com 11.244.369 habitantes. Já Rio de Janeiro vem em seguida, com 6.323.037 pessoas. Brasília subiu no rankingdas cidades mais populosas do país, da 6 para a 4 posição. Manaus também subiu, de 9 para 7. Desde 2000, 19 municípios mais que dobraram a população. O maior aumento foi em Balbinos (SP), com 199,47%, seguido por Rio das Ostras (RJ), com 190,39%; e Pedra Branca do Amapari (AP), com 168,72%.

Correio do Povo

RS, estado de menor crescimento

População do Brasil cresceu 12,33% no período de dez anos, contra 4,98% da gaúcha. O motivo: a taxa de fecundidade caiu

Ademir Koucher explicou números
Crédito: VINÍCIUS RORATTO


O Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com menor crescimento populacional nos últimos dez anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população gaúcha passou de 10.187.798 em 2000 para 10.695.532 em 2010 - um acréscimo de 4,98%. No mesmo período, o Brasil cresceu 12,33%. Os dados populacionais foram divulgados ontem pelo IBGE.

Segundo o coordenador regional de divulgação do Censo 2010, Ademir Koucher, o crescimento populacional abaixo do esperado está relacionado à redução da taxa de fecundidade. O número de nascimentos no Estado caiu de 17,6 a cada mil pessoas, em 1999, para 11,6. A população gaúcha cresceu 0,5% no último ano, enquanto a previsão inicial era de que crescesse 0,8%.

O índice de domicílios fechados no Rio Grande do Sul, em que os moradores não foram encontrados para responder à pesquisa, corresponde a 0,46% do total (19,7 mil). O número ficou dentro do esperado pelo instituto. "É cada vez mais difícil encontrar as pessoas em casa", afirmou Koucher.

Por isso, a população total foi estimada por um método que consiste em atribuir a cada um desses domicílios o número de moradores de outro domicílio que inicialmente havia sido considerado fechado e depois recenseado. As demais informações que integram o Censo 2010 serão analisadas durante os próximos meses e divulgadas em abril do próximo ano.

"Esperamos que sirva para contribuir com políticas públicas e investimentos privados, mostrando a realidade da população", afirmou o chefe da unidade estadual do IBGE, José Renato Braga de Almeida. Em todo o Estado, 14.980 pessoas trabalharam no Censo 2010. Desse total, 12.540 são recenseadores.

Porto Alegre, com 1,4 milhão de pessoas, continua sendo o município gaúcho com maior número de habitantes e um dos dez maiores do país. No ranking dos dez municípios mais populosos do Estado, Gravataí e Viamão ultrapassaram Novo Hamburgo, que caiu da 6 para a 8 posição.

No Rio Grande do Sul, 85,1% da população vive em áreas urbanas, índice próximo ao registrado no Brasil (84,3%). Chuvisca, na região Centro-Sul, é a exceção à regra, com 94,5% da população residente em área rural.

O número de habitantes por domicílio no Rio Grande do Sul caiu de 3,35 para 2,97. "Essa queda vinha se desenvolvendo desde os anos 1970, quando havia mais de cinco pessoas por moradia", explicou Koucher.

Os dez mais populosos

1º - Porto Alegre: 1.409.939
2º - Caxias do Sul: 435.482
3º - Pelotas: 327.778
4º - Canoas: 324.025
5º - Santa Maria: 261.027
6º - Gravataí: 255.762
7º - Viamão: 239.234
8º - Novo Hamburgo: 239.051
9º - São Leopoldo: 214.210
10º - Rio Grande: 197.253

Os dez menos populosos

1º - André da Rocha: 1.216
2° - União da Serra: 1.487
3º - Coqueiro Baixo: 1.528
4º - Engenho Velho: 1.530
5º - Montauri: 1.542
6º - Vista Alegre do Prata: 1.569
7º - Tupanci do Sul: 1.574
8º - Guabiju: 1.598
9º - Lagoa dos Três Cantos: 1.598
10º - Carlos Gomes: 1.607

Correio do Povo