1.1.10

Notícia internacional - Atentado mata 88 em jogo de vôlei no Paquistão

O número de feridos no ataque ainda não está claro

Ao menos 88 pessoas morreram em um atentado a bomba durante uma partida de vôlei na conturbada região noroeste do Paquistão nesta sexta-feira.

O ataque ocorreu em Lakki Marwat, localidade perto das áreas tribais do Waziristão do Norte e do Sul.

A polícia afirmou que se tratava de um atentado suicida no qual o homem-bomba dirigiu uma caminhonete cheia de explosivos ao local da partida.

A forte explosão derrubou prédios adjacentes e muitas pessoas podem estar soterradas.

Segundo a agência de notícias Associated Press, o policial Habibullah Khan disse que o ataque pode ter sido uma retaliação por tentativas de moradores, que criaram sua própria milícia, de expulsar extremistas da área.

Equipamentos

Entre os mortos, acredita-se que estejam membros do comitê local que faz campanha pela paz na região.

O grupo fazia uma reunião em uma mesquita próxima no momento da explosão.

Testemunhas dizem que equipes de resgate estariam usando a luz de faróis de veículos para buscar sobreviventes no escuro.

"É uma pequena vila com muito poucos recursos para resgate. Estão sendo enviados equipamentos de outros lugares", disse Khalid Isar, do governo local, à agência de notícias Reuters.

Outubro

O Waziristão do Norte e do Sul são regiões assoladas pela violência extremista, de onde insurgentes lançaram ataques contra a região noroeste do Paquistão, assim como a partes do leste do Afeganistão.

Desde outubro, o Exército do Paquistão vem realizando uma ofensiva contra extremistas no Waziristão do Sul.

Quase 600 pessoas morreram em ataques de militantes nos últimos três meses. Vêm sendo alvo de atentados tanto alvos considerados difíceis como bases militares e outros mais fáceis como mercados de rua.

O atentado ocorreu no mesmo dia em que uma multidão participava de uma manifestação em Lahore, pedindo paz e estabilidade.

BBC Brasil

Boris Casoy comete gafe e humilha garis ao vivo

No "Jornal da Band" do último dia 31, o âncora Boris Casoy passou por uma bela "saia justa". Durante o programa, após as felicitações de Ano Novo de uma dupla de garis, o jornalista não percebeu que o microfone estava aberto e falou o que pensava.

"Que m****... dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... dois lixeiros... o mais baixo da escala do trabalho...", disse Boris Casoy.

O apresentador, por meio da assessoria de imprensa da Band, reconheceu a ofensa que cometeu contra os garis e prometeu se retratar durante a edição de hoje (1) do programa. Veja abaixo o vídeo!

Yahoo! Notícias

Economia - Superávit primário de R$ 12,7 bi

A economia feita pelos três níveis de governo (União, estados e municípios), em novembro, para pagar os juros da dívida pública, foi de R$ 12,711 bilhões. O resultado é inferior aos R$ 13,8 bilhões de superávit primário consolidado do mês anterior, de acordo com o Relatório de Política Fiscal, divulgado na quarta-feira pelo Banco Central.

Correio do Povo

Economia - Diesel ganha 5% de biodiesel dia 1º

Brasília - A partir de sexta-feira, 1º de janeiro, todo o diesel comercializado no país deverá conter 5% de biodiesel. Atualmente, está em vigor a mistura de 4%.

Trata-se, na verdade, de uma antecipação, já que, originalmente, a adição de 5% de biodiesel ao diesel comum deveria entrar em vigor somente em 2013. A capacidade instalada para produção de biodiesel no Brasil é de 3,6 bilhões de litros, quantidade suficiente para atender aos 2,4 bilhões de litros anuais que, estima-se, são necessários para suprir a adição de 5%.

Correio do Povo

Economia - Seguro habitacional pelo FCVS é extinto

Brasília - O governo extinguiu, por meio da medida provisória (MP) 478, o seguro habitacional garantido pelo Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) feito nos contratos de financiamento de imóveis, no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). A partir de agora, novos mutuários do SFH só terão apólices de seguro de mercado e não mais estas lastreadas no FCVS que, na verdade, são garantidas pelo Tesouro Nacional. Segundo o subsecretário de Política Fiscal do Tesouro, Marcos Aucélio, esse mecanismo estava gerando um risco de prejuízos elevados para os cofres do Tesouro. Até hoje, os clientes do SFH tinham apólice de seguro de mercado ou garantida pelo FCVS. Além de extinguir esse seguro, a MP 478 definiu que as apólices em vigor serão administradas pela Caixa Federal, e as demandas judiciais terão a defesa da Advocacia Geral da União (AGU), passando da Justiça estadual para a federal. Com isso, o subsecretário do Tesouro acredita que o governo terá vitória na maior parte dos contenciosos de R$ 2 bilhões - quantia até novembro.

Correio do Povo

Economia - BB Crediário linha branca até 31 de janeiro

O Banco do Brasil (BB) vai prorrogar, até 31 de janeiro, as condições diferenciadas da linha de crédito BB Crediário para o financiamento de artigos da linha branca (fogões, geladeiras, máquina de lavar e tanquinho). O prazo terminava nesta quinta-feira, 31. Os empréstimos são destinados a correntistas do banco, com limite de crédito disponível. O financiamento pode chegar a 50% do valor do bem, com valor máximo de R$ 50 mil.



Correio do Povo

Economia - Bovespa tem a maior valorização no mundo

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) foi o melhor investimento financeiro de 2009, ano que começou com forte incerteza quanto à capacidade das empresas de gerar lucro durante a crise, mas que termina próximo do recorde histórico obtido em 2008.

No ano, a bolsa subiu 82,66%, a maior alta desde os 97,3% de 2003, primeiro ano do governo Lula e que recuperou as perdas com a turbulência eleitoral de 2002. Passado o pior da crise, o mercado acionário nacional desponta como o de melhor desempenho no mundo, com os principais investidores do planeta de olho no que acontece no Brasil. A Bovespa teve valorização em dólar de 142,7%, à frente de mercados emergentes como Rússia (113,2%), Índia (87,2%) e China (79,2%).

Para o investidor estrangeiro, responsável por dois terços dos negócios na BM&FBovespa, investir na bolsa brasileira rende, além do ganho de 82,7% em moeda local, a variação de 33,9% do real em relação ao dólar, também a maior valorização cambial de todo o planeta.

O bom momento do mercado financeiro brasileiro é atribuído por analistas a uma conjunção de fatores positivos: saída mais rápida da recessão, mercado interno vigoroso, recuperação no preço das commodities e perspectiva de expansão de 5% a 6% em 2010, além da depreciação internacional do dólar americano. Esse último fator estimula os fundos internacionais a comprar ativos reais – como ações, commodities, moedas e imóveis – para se proteger da desvalorização cambial.

Para Fabio Colombo, administrador independente de investimentos, a alta da Bovespa em 2009 decorre ainda de um movimento natural de recuperação de preço das ações, que desceram a patamares muito baixos no fim de 2008.

Zero Hora

Notícia internacional - Espanha assume hoje a presidência da União Europeia

Zoom A Espanha assumiu a Presidência iluminando de azul edifícios importantes do país, como a Porta da Alcal¿¿

A Espanha assumiu a Presidência iluminando de azul edifícios importantes do país, como a Porta da Alcal¿¿

A Espanha assumiu nesta sexta-feira a presidência rotativa da União Europeia (UE), já com o Tratado de Lisboa em vigor. O cargo que ficará com os espanhóis até o dia 30 de junho.

Para o governo espanhol, as prioridades são o reforço na administração econômica da União Europeia, maior cooperação política e criação de empregos. Nos últimos seis meses, a presidência rotativa do bloco estava com a Suécia.

Comemorações

A Espanha assumiu, à meia noite do primeiro dia do ano, sua Presidência iluminando de azul (a cor da bandeira da UE) edifícios importantes de todo o país. Após as doze badaladas que deram as boas-vindas ao ano novo, Madri viu iluminadas a Porta de Alcalá, o Palácio Real, o Teatro Real e a Torre Picasso.

eBand

Política - 'Olhos marejados' do presidente inspiraram protagonista de 'Lula'

'Vendo o filme, até me acho meio parecido com Lula', diz Rui Ricardo Diaz. Ator disputou vaga de figurante antes de ser escolhido para papel principal.


O ator Rui Ricardo Diaz, que interpreta o presidente Lula em filme de Fábio Barreto. (Foto: Divulgação)

Diferente dos vários comediantes que buscam na voz rouca e na língua presa a melhor maneira de se assemelhar a Lula nas paródias televisivas, foi no “olhos marejados” do presidente que o ator Rui Ricardo Diaz diz ter se inspirado para estrelar o filme “Lula, o filho do Brasil”. Dirigida por Fábio Barreto, a cinebiografia com Glória Pires, Juliana Baroni, Milhem Cortaz e Cléo Pires estreia nesta sexta-feira (1º) em todo o país.


“Assistindo aos documentários sobre a fase sindicalista e vendo fotos antigas, percebi que o presidente conservou aquele olhar profundo, os olhos que parecem estar sempre marejados. E esse foi meu ponto de partida para tentar me parecer fisicamente com ele”, explica o ator. “Quando fui convidado para fazer o papel, fiquei me perguntando porque diabos me escolheram, não tenho nada a ver com o Lula! Mas sabe que agora, vendo o filme, até me acho meio parecido com ele?”.


Mineiro da cidadezinha de Santa Maria do Suaçuí, o ator de 31 anos é desconhecido do grande público, mas tem uma trajetória no teatro paulistano. Há 15 anos vem fazendo pequenos personagens e só há pouquíssimo tempo começou a mandar seu currículo para papéis no cinema.

Tanto que os planos para “Lula, o filho do Brasil” eram modestos. Inicialmente, Diaz fez testes para ser um sindicalista e um enfermeiro, ambos figurantes do longa. Nessa etapa, o protagonista já havia sido escolhido: seria o ator Tay Lopes quem faria o papel do presidente.


Algumas semanas depois, Lopes anunciou seu desligamento da produção para tratar de problemas de saúde. E quando Diaz já nem esperava mais estar no elenco, veio o convite para substituir o colega no papel principal.


“O Barreto viu meus testes e perguntou se poderia fazer algumas cenas com os outros atores. Foi uma surpresa enorme!”, conta. “Foram duas semanas de testes, contracenando com a Glória, a Cléo, a Juliana... Acho que a cena de um dos primeiros discursos do Lula foi a que definiu minha aprovação”, acredita Diaz, que interpreta Lula a partir dos 18 anos.

Voto secreto


Em função das pesquisas sobre a vida do presidente, o ator revela que se tornou ainda mais admirador de Lula. “É um grande líder do nosso país, merece ter sua história contada no cinema. Aliás, há outros políticos que poderiam inspirar filmes”, opina o ator, sem dar exemplos. “Nos Estados Unidos é supercomum esse tipo de tema parar em Hollywood e aqui a coisa virou polêmica...”

A “polêmica” a que o ator se refere foi a crítica que “Lula, o filho do Brasil” recebeu por ser lançado em pleno ano de eleições. “Não acredito que o filme tenha caráter eleitoreiro. O enfoque é na relação com a família, a luta para vencer e se superar apesar das dificuldades”.


Para Diaz, independente da data chegada ao cinema, o filme não escaparia desse tipo de questionamento. “Se fosse lançado depois das eleições, diriam que ajudaria o Lula numa possível reeleição...”.


Para evitar que a patrulha ideológica aumente, Diaz prefere não responder a pergunta que abriu a entrevista ao G1: “é ou não eleitor do PT?”


“Olha... Prefiro não dizer, até porque o voto é secreto... Vamos falar mais sobre o Lula do filme, que ficou tão bacana?”.


G1

Economia - Fórmula PIB mais inflação é considerada ''conquista''

A participação ativa das centrais sindicais nas negociações sobre o reajuste do salário mínimo levou a um acordo para utilização do modelo PIB mais inflação, até 2023. Essa institucionalização é considerada uma conquista pelos seus representantes no Rio Grande do Sul. Para o presidente da Força Sindical RS, Cláudio Janta, essa fórmula, que garantiu o valor de R$ 510,00, representa maior poder de compra para a população. Ele admite, porém, que está longe de atender às necessidades básicas dos brasileiros, como prevê a Constituição.

Além da injeção de muitos bilhões de reais na economia, a reposição atualiza o valor do seguro-desemprego, por exemplo, e permite uma pequena recuperação nos salários dos aposentados. O sindicalista lembra que o índice também influi nas negociações salariais de diferentes categorias. O presidente da CUT/RS, Celso Woyciechowski, considera que o fator mais positivo é a criação de uma política de acordo com a classe trabalhadora. O dirigente acredita que essa situação dá certeza de uma distribuição de renda mais justa, oxigenando o desenvolvimento regional em áreas mais atingidas pela pobreza. "Esse equilíbrio social é importante, pois milhões de pessoas recebem salário mínimo", diz. O sindicalista, no entanto, também defende uma recuperação mais acelerada do valor das aposentadorias.

O ano de 2010 será de muita negociação para chegar a uma recuperação maior para aqueles aposentados que ganham acima do salário mínimo. "Essa política de longo prazo serve, ainda, como balizador nas datas-base de outras categorias de trabalhadores", afirma. Entre os aposentados, no entanto, o valor de R$ 510,00 não foi comemorado integralmente.

O presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS (Fetapergs), Osvaldo Fauerharmel, salienta que enquanto o reajuste foi de 5,5% para o mínimo, quem ganha acima recebeu 2,5%. "Isso representa perda superior a 50% nessa relação", critica.

Fauerharmel afirma que quase seis milhões de pessoas estão decepcionadas com o governo federal, pela decisão de não acatar o projeto aprovado e que instituía índices de reajustes semelhantes. Também questiona a participação das centrais sindicais na negociação. "Eles pressionam até por ali, mas acabaram aceitando a decisão de conceder menos da metade do índice para os aposentados e pensionistas".

EVOLUÇÃO (REAIS)

1/9/1994 R$70,00

1/5/1995 R$100,00

1/5/1996 R$112,00

1/5/1997 R$120,00

1/5/1998 R$130,00

1/5/1999 R$136,00

3/4/2000 R$151,00

1/4/2001 R$180,00

1/4/2002 R$200,00

1/4/2003 R$240,00

1/5/2004 R$260,00

1/5/2005 R$300,00

1/4/2006 R$350,00

1/4/2007 R$380,00

1/3/2008 R$415,00

1/2/2009 R$465,00

Correio do Povo

Economia - Mínimo de R$ 510,00 entra em vigor em 1º de janeiro

 Elevação de R$ 45,00 (R$ 465,00 para R$ 510,00) transfere R$ 26,6 bilhões à economia- Crédito:  camila domingues
Elevação de R$ 45,00 (R$ 465,00 para R$ 510,00) transfere R$ 26,6 bilhões à economia
Crédito: camila domingues


A decisão do governo em reajustar o salário mínimo para R$ 510,00, a partir de 1º de janeiro, beneficiará mais de 45 milhões de trabalhadores, segundo o IBGE. Para chegar a esse valor, o aumento real será de 5,87% (descontada a inflação) - o segundo maior desde 2006, de 13,04%. Medida provisória do Executivo será submetida ao Congresso para apreciação e aprovação em no máximo 120 dias. Para o Dieese, a elevação de R$ 45,00 deverá trazer incremento de R$ 26,6 bilhões à economia. Somente com o abono do PIS-Pasep serão gastos mais R$ 615 milhões. Considerada positiva por políticos e sindicalistas, a nova valorização do mínimo, com base no crescimento do PIB, mais a da inflação, é contestada por representantes do empresariado.

O senador Paulo Paim (PT) entende que a fórmula garantindo aumento real é um primeiro passo. Para ele é preciso evoluir, atingindo ainda aposentados e pensionistas que ganham acima do mínimo. A intenção é implementar como índice de reposição a taxa total de crescimento do PIB mais a da inflação. "Aprovamos o fim do fator previdenciário e a extensão desse modelo aos trabalhadores que se aposentaram, mas a Câmara adia a questão há dois anos." Paim acredita que o projeto poderá ser votado em 2010, ainda que seja ano eleitoral. A medida acabaria com a defasagem de quase 70% dos aposentados em relação ao aumento do mínimo. Para a Fecomércio/RS, o reajuste traz fatores negativos. O economista da entidade, Pedro Ramos, diz que instituições como Bird e Ipea revelam que, tirando a questão da Previdência, não há impacto positivo nos aumentos reais ao mínimo. Questionou a fórmula adotada, que não leva em conta o PIB per capita, e sim o total de riquezas no país. "O reajuste deve se traduzir em menor empregabilidade para pessoas de menor escolaridade, que acabam na informalidade, e para jovens que, por entrarem no mercado, normalmente com essa remuneração, tendem a ter menos espaço nas contratações."

Correio do Povo

Seguro-desemprego sairá em até 15 dias

Até o final de 2010, o prazo para a concessão do seguro-desemprego será reduzido para até 15 dias. Hoje, entre o pedido e o pagamento do seguro, a demora varia de 45 a 60 dias. A redução ocorrerá com a informatização do sistema, informa o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Zero Hora

Notícia internacional - Papa pede respeito e paz na primeira missa celebrada por ele em 2010

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Notícia internacional - Líder da oposição no Irã diz estar 'disposto a morrer' por reformas

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Notícia internacional - Espanha eleva o seu nível de alerta

Madri - O ministro do Interior da Espanha, Alfredo Pérez Rubalcaba, anunciou que o país elevou o nível de alerta antiterror, antes que o governo de Madri assuma, em 1 de janeiro, a presidência da União Europeia. A decisão, comunicada nessa terça-feira, ocorre poucos dias após o ministro ter dito que o grupo separatista basco ETA - Pátria Basca e Liberdade poderia utilizar o período de seis meses de presidência da Espanha no bloco para cometer algum ataque violento, ou o sequestro de alguma autoridade.

Rubalcaba também lembrou a "persistência da ameaça terrorista internacional", após a tentativa fracassada de um nigeriano de explodir no céu um avião que seguia da Holanda para os Estados Unidos, no dia de Natal. "Os fatos (recentes) nos aconselham a reforçar a segurança em todo o território nacional, com a adoção de medidas de prevenção e controle, para evitar todo o tipo de atos que possam perturbar o desenvolvimento normal e pacífico dos acontecimentos", diz a nota emitida pelo ministro do Interior.

Correio do Povo

Notícia internacional - Pai de nigeriano foi ouvido pela CIA

 Mutallab teria feito alerta sobre o filho- Crédito:  afp / cp
Mutallab teria feito alerta sobre o filho
Crédito: afp / cp


Abuja - O pai do nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, de 23 anos, que tentou explodir um avião americano em pleno ar, sobre Detroit (EUA), no dia de Natal, foi interrogado pela CIA e o FBI na Nigéria, informou nesta quarta-feira um agente dos serviços de inteligência nigerianos. "Confirmo que o banqueiro Umar Mutallab foi convocado pela Embaixada dos Estados Unidos em Abuja, onde foi interrogado por homens da CIA e do FBI na segunda-feira", declarou a fonte, que pediu anonimato. O canal de TV CNN havia noticiado anteriormente que o pai de Farouk alertara a CIA que seu filho era um militante radical, mas a informação não foi considerada. Também nesta quarta-feira, forças iemenitas atacaram um reduto da Al-Qaeda na província de Hudaydah. Farouk admitiu ter recebido treinamento no Iêmen junto ao braço local da rede terrorista chefiada por Osama bin Laden.

Correio do Povo

Notícia internacional - ''Dama de Ferro'' tem os arquivos abertos

 Margaret Thatcher- Crédito:  ctahl mcnaughton / afp / cp
Margaret Thatcher
Crédito: ctahl mcnaughton / afp / cp


Londres - A ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher rejeitou escolta de 20 mulheres caratecas durante cúpula econômica realizada em junho de 1979, em Tóquio, um mês após ganhar suas primeiras eleições gerais. Segundo documentos dos Arquivos Nacionais do Reino Unido tornados públicos ontem, Thatcher, a "Dama de Ferro", queria ser tratada como seus colegas homens. Carta escrita em 21 de maio do mesmo ano reflete a inquietação do então ministro do Gabinete, John Hunt, em relação a notícia divulgada na imprensa britânica sobre o plano de segurança para a chefe de governo. O titular do gabinete na época disse, em conversa telefônica, que "a senhora Thatcher irá à cúpula como primeira-ministra, e não como uma mulher por si".


Correio do Povo

Tarifas de Correios ficam mais caras

Os serviços da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ficarão mais caros a partir de 1º de janeiro. Os preços variam de acordo com o tipo e peso da encomenda. O envio de cartas para o Exterior, por exemplo, vai subir, em média, 8,9%, e os telegramas internacionais, 13,3%.

Zero Hora

Economia - Odebrecht e Petrobras fecham acordo

O grupo Odebrecht e a Petrobras chegaram a um acordo sobre a formação da gigante petroquímica que irá incorporar os ativos da Quattor (associação entre Unipar e Petrobras). A operação envolverá entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões.

Chamada provisoriamente de Nova Braskem, a empresa será controlada pela Odebrecht, mas terá fatia expressiva da Petrobras, que deve deter em torno de 49% do capital votante. Petrobras e Braskem participarão do aporte financeiro.

A Quattor será absorvida e não participará da gestão. A holding Unipar terá participação diluída na nova companhia. O anúncio é esperado para o início de janeiro.

Zero Hora

Economia - Universo Google se expande e chega à telefonia

Clique aqui para ler o boletim da EFE.

Economia da China crescerá 9,5% em 2010, diz instituto

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Isabel II do Reino Unido - História virtual

Isabel II / Elizabeth II
Pela Graça de Deus, Rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e dos Seus Outros Reinos e Territórios, Chefe da Comunidade Britânica e Defensora da Fé
Elizabeth II greets NASA GSFC employees, May 8, 2007 edit.jpg.
Reinado 6 de Fevereiro de 1952 - presente
Coroação 2 de Junho de 1953
Nome completo Elizabeth Alexandra Mary de Windsor
Títulos SM a Rainha
SAR a Princesa Isabel, Duquesa de Edimburgo
SAR a Princesa Isabel
SAR a Princesa Isabel de Iorque
Nascimento 21 de Abril de 1926 (83 anos)

Londres, Inglaterra
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido
Antecessor Jorge VI
Herdeiro Carlos, Príncipe de Gales
Consorte Filipe, Duque de Edimburgo
Filhos Carlos, Príncipe de Gales
Ana, Princesa Real
André, Duque de Iorque
Eduardo, Conde de Essex
Dinastia Windsor
Hino real God Save the Queen
Pai Jorge VI
Mãe Elizabeth Bowes-Lyon

Isabel II ou Elizabeth II do Reino Unido (nome completo: Elizabeth Alexandra Mary; Londres, 21 de Abril de 1926) é a atual monarca e chefe de Estado do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, bem como Rainha de Antígua e Barbuda, Austrália, Bahamas, Barbados, Belize, Canadá, Granada, Jamaica, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Ilhas Salomão e Tuvalu.

A rainha é também chefe da Comunidade Britânica, governante suprema da Igreja Anglicana, comandante-chefe das Forças Armadas do Reino Unido e Lorde de Mann; ela reina com esses títulos desde a morte de seu pai, rei Jorge VI, em 6 de fevereiro de 1952. Atualmente é a chefe de Estado que está no poder há mais tempo na Europa, nas Américas, África e Oceânia, sendo a segunda no mundo, superada apenas pelo Rei Rama IX da Tailândia. Isabel II é a mais velha monarca britânica de todos os tempos. O recorde pertencia à rainha Vitória I, que viveu 81 anos, sete meses e 29 dias, vindo a falecer em 1901. Um marco que a sua trineta alcançou no dia 20 de dezembro de 2007.

Cerca de 125 milhões de pessoas vivem em países onde o soberano do Reino Unido é o chefe de estado. Só no Reino Unido o seu reinado passou pelo governo de onze primeiros-ministros diferentes. Isabel II é casada com Filipe, Duque de Edimburgo, e é mãe do príncipe herdeiro ao trono britânico, Carlos, Príncipe de Gales. Foi a primeira monarca do Reino Unido a ter um primeiro-ministro nascido no seu reinado (Tony Blair). Para superar sua triavó, Vitória I, no recorde do mais longo reinado, terá de reinar até 9 de setembro de 2015.

Índice

[esconder]

[editar] Vida

Isabel nasceu no número 21 da Rua Bruton, em Mayfair, um bairro de Londres, em 21 de Abril de 1926. Seu pai, o príncipe Albert, Duque de York (mais tarde rei George VI), era o segundo filho mais velho do rei Jorge V e da Rainha Maria. Sua mãe era a Duquesa de York, depois rainha-consorte Isabel, mais tardiamente rainha-mãe (nascida Elizabeth Bowes-Lyon), filha do Lorde Claude George Bowes-Lyon, Conde de Strathmore e sua esposa, a Condessa de Strathmore. Ela recebeu o nome de sua mãe, enquanto seus dois nomes do meio são de sua bisavó paterna Rainha Alexandra e avó Rainha Maria, respectivamente.

Como neta do soberano, adquiriu a condição de Princesa da Grã-Bretanha, recebendo o tratamento de Sua Alteza Real. Era a Princesa Isabel de York, quando nasceu, terceira na linha sucessória, atrás de seu pai e seu tio, o Príncipe de Gales, mais tarde Rei Eduardo VIII.

[editar] Educação

Pintura de Philip Alexius de László, de 1933, retratando Isabel com sete anos

A jovem princesa Isabel foi educada em casa sob a supervisão de sua mãe, a então Duquesa de York. Sua governanta era Marion Crawford. Estudou história e línguas modernas. Fala francês fluentemente, tendo-o demonstrado em diversas ocasiões, como em 2004 durante sua visita à França em comemoração da Entente Cordiale e nas inúmeras visitas ao Canadá. Foi instruída em religião pelo Arcebispo de Cantuária e sempre teve grande crença na Igreja da Inglaterra.

[editar] Herdeira ao trono

Quando seu pai se tornou rei, em 1936, após a abdicação do Rei Eduardo VIII, tornou-se herdeira direta do trono. Tinha treze anos quando a Segunda Guerra Mundial começou. Ela e sua irmã mais nova, Princesa Margaret foram evacuadas para o Castelo de Windsor, Berkshire. Houve sugestões de mandá-las para o Canadá, mas sua mãe se recusou a fazê-lo, dizendo: "As princesas não se irão embora sem mim; eu não irei sem o Rei, e o Rei nunca irá".


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[editar] Serviço militar

Isabel consertando um veículo durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, a princesa Isabel convenceu seu pai de que ela própria deveria contribuir diretamente nos esforços de guerra. Ela se uniu ao Serviço Territorial Auxiliar onde ficou conhecida por Número 230873 - Segunda Subalterna Elizabeth Mary Alexandra Windsor e foi treinada como motorista. Este treino deu-lhe oportunidade para participar em aulas com outros alunos e gostou tanto do ensino junto com outros alunos que determinou que os seus filhos estudadassem em escolas, não em casa. Foi a primeira mulher da família real a servir militarmente, apesar de outras da realeza já terem recebido honrarias.

Fez sua primeira visita oficial ao exterior em 1947, quando acompanhou seus pais na África do Sul. No seu 21.º aniversário ela fez um pronunciamento à Comunidade e Império Britânico, garantindo a devoção de sua vida ao serviço do povo da Comunidade e do Império.

[editar] Casamento e maternidade

Isabel casou-se com Filipe, Duque de Edimburgo a 20 de Novembro de 1947. Ambos são primos em terceiro grau; compartilham a rainha Vitória do Reino Unido como trisavó e são também descendentes diretos de Cristiano X da Dinamarca. O príncipe Filipe renunciou aos direitos de sucessão aos tronos grego e dinamarquês e era simplesmente conhecido como tenente Philip Mountbatten.

Após o casamento, Isabel e Filipe mudaram-se para Clarence House, Londres. Em 14 de novembro de 1948, deu à luz seu primeiro filho, Carlos de Edimburgo. Além de Carlos, tiveram mais três filhos: Anne, Princesa Real, Andrew, Duque de York e Edward, Conde de Wessex. Apesar da casa real ser chamada Windsor, foi decretado em 1960 que os descendentes da rainha Isabel II e do príncipe Filipe teriam o sobrenome Mountbatten-Windsor.

[editar] Sucessão

Família Real Britânica
UK Royal Coat of Arms.svg

A saúde do rei Jorge VI começou a piorar em 1951 e Isabel freqüentemente o substituía em eventos públicos. A Rainha visitou a Grécia, Itália e Malta durante esse ano. Em outubro ela fez uma viagem ao Canadá, e visitou Washington DC, capital dos Estados Unidos em janeiro de 1952. No momento da morte de seu pai, ela se encontrava em um hotel no Quênia. Foi a primeira monarca britânica desde de o Ato da União em 1801 a estar fora do reino no momento da sucessão. O hotel onde ela entrou princesa e saiu rainha é bastante popular para os turistas que visitam o Quênia. A coroação de Isabel aconteceu em 2 de junho de 1953 na Abadia de Westminster.

[editar] Vida como rainha

Estandarte pessoal da rainha Isabel II.

Isabel e Filipe se mudaram ao Palácio de Buckingham, na região central de Londres. Como seus predecessores, acredita-se que ela odeia o palácio como residência, preferindo o Castelo de Windsor, a oeste de Londres, para ser sua casa[carece de fontes?]. Ela também passa algumas temporadas no Castelo de Balmoral, na Escócia.

A rainha Isabel é a chefe de Estado que mais viajou na história (até mesmo mais que o Papa João Paulo II)[carece de fontes?]. Em 1953-1954, ela e o príncipe Filipe fizeram uma volta ao mundo de seis meses, tornando-se a primeira soberana reinante a circumnavegar o globo terrestre[carece de fontes?], e também a primeira a visitar a Austrália, Nova Zelândia e Fiji[carece de fontes?]. Em 18 de Fevereiro de 1951, visitou Portugal, onde foi sido recebida com enorme fausto; em outubro do mesmo ano fez uma visita oficial aos Estados Unidos e, em 1959, ao Canadá. Em 1961, viajou à Índia e ao Paquistão pela primeira vez[carece de fontes?]. Ela já fez visitas oficiais à maioria das nações da Europa e de outros continentes. Ela vai regularmente aos encontros da Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth).

No momento de ascensão de Isabel havia muitos boatos sobre um "novo período elizabetano". A rainha tem testemunhado, ao longo dos últimos cinquenta anos, o desenvolvimento econômico e a gradual transformação do Império Britânico ao seu sucessor moderno, a Comunidade Britânica. Ela tem trabalhado para manter ligações com as antigas colônias, e em alguns casos, como o da África do Sul, tem agido como um grande papel na manutenção e renovação das relações internacionais.

A rainha Isabel é conservadora em questões religiosas, padrões morais e questões familiares[carece de fontes?]. Possui um grande sentido do dever religioso e leva a sério o juramento da coroação[carece de fontes?]. Esse senso é apontado como a principal razão para não abdicar[carece de fontes?]. Como sua mãe, ela nunca perdoou Eduardo VIII por, como ela mesma diz, abandonar seu dever, e forçar seu pai a tornar-se rei, o que, conforme ela acredita, teria contribuído para seu relativo curto tempo de vida[carece de fontes?]. Além disso, a rainha usou da sua autoridade para prevenir sua irmã, a princesa Margarida, a casar-se com um homem divorciado, Peter Townsend[carece de fontes?]. Por muitos anos se recusou a reconhecer o relacionamento de seu filho, Carlos, príncipe de Gales, com Camilla Parker Bowles[carece de fontes?].

Isabel conserva uma boa relação com os políticos de todos os partidos. Os seus primeiros-ministros favoritos foram Winston Churchill, Harold Macmillan e Harold Wilson[carece de fontes?]. Em contrapartida, parece que não gostava de Margaret Thatcher[carece de fontes?], que desgostava cordialmente, o que não obstou a que lhe tivesse concedido o título de Baronesa Thatcher. Com Tony Blair diz-se que nos primeiros anos a relação entre os dois foi boa[carece de fontes?], mas nos últimos anos de ministro foi evidente de que a relação se tornou mais difícil[carece de fontes?]. Diz-se que a rainha afirmava que se sentia pouco informada nos assuntos do Estado[carece de fontes?].

Rainha Isabel II recebe Barack e Michelle Obama no Palácio de Buckingham.

As únicas causas públicas em que a rainha interfere são aquelas que afetam a unidade de cada um de seus reinos, incluindo o Canadá e o Reino Unido[carece de fontes?]. A rainha tem-se pronunciado a favor da continuidade da união entre Inglaterra e Escócia[carece de fontes?], irritando alguns nacionalistas escoceses. A sua declaração de louvor ao acordo de Belfast com a Irlanda do Norte levantou algumas queixas de alguns grupos unionistas no Partido Democrático da União que se opuseram ao referido acordo[carece de fontes?]. Enquanto não se pronuncia diretamente contra a soberania do Quebec no Canadá, pediu publicamente a unidade e expressou a sua vontade de ver a continuação de um Canadá unificado[carece de fontes?].

Tirando algumas dezenas de controvérsias sobre os problemas da família real, particularmente os casamentos fracassados de seus filhos nas décadas de 1980 e 1990, a rainha permanece como uma figura marcante e é geralmente bastante respeitada pelas populações de seus reinos[carece de fontes?]. A sua dignidade e recusa em demonstrar emoção em algumas aparições públicas previne o aumento de sentimentos negativos por parte dos seus súditos[carece de fontes?].

A soberana nunca sofreu uma desaprovação pública[carece de fontes?]. Mas, em 1997, ela e outros membros da família real foram recebidos de forma fria quando não presenciaram algumas cerimônias da morte de Diana, Princesa de Gales[carece de fontes?]. Isso incorreu em grandes críticas nos tablóides[carece de fontes?].

A rainha Isabel tinha sentimentos negativos em relação a Diana e acreditava que ela havia causado um grande dano à monarquia. A visão da família real inteira curvando-se à passagem do caixão de Diana pelo Palácio de Buckingham foi transmitida ao vivo. Os conselhos da rainha-mãe e de Tony Blair fizeram com que a rainha mudasse de atitude.

A rainha permanece como uma chefa de Estado bastante respeitada e amada. Sua família e ela, porém, têm sofrido com a pressão dos jornais britânicos[carece de fontes?]. Em 2002, comemorou-se o Jubileu de Ouro, marcando os cinquenta anos de sua ascensão ao trono. O ano foi marcado por um grande tour nos reinos da Comunidade Britânica, incluindo numerosos desfiles e concertos oficiais. Em junho, milhares de pessoas se reuniram nos arredores do Palácio de Buckingham para a "Festa no Palácio" (Party at the Palace), um show onde diversos músicos famosos das ilhas britânicas se apresentaram. Foi celebrada uma Ação de Graças no dia seguinte na Catedral de São Paulo, seguida de uma grande festa, que terminou com o sobrevôo de um Concorde e da Esquadrilha Acrobática da Real Força Aérea. A Família Real assistindo a tudo na varanda do Palácio de Buckingham, juntamente com uma multidão de um milhão de pessoas[carece de fontes?].

A Rainha Isabel II é a soberana dos Windsor atualmente no poder.

Infelizmente, o ano do jubileu coincidiu com as mortes da mãe da rainha e de sua irmã. A relação de Isabel com seus filhos, que já era distante, tendeu a esfriar mais ainda[carece de fontes?]. Ela é particularmente bastante próxima à condessa de Wessex[carece de fontes?], sua nora. Quanto a Camilla Parker Bowles, a Rainha desaprovou o longo romance entre ela e seu filho[carece de fontes?], mas teve que aceitar devido ao casamento dos dois. Por outro lado, Príncipe Guilherme e Zara Philips são bastante queridos por ela.

Em 2003, a rainha sofreu três intervenções cirúrgicas[carece de fontes?]. No final do ano foi operada duas vezes aos joelhos, e outra destinou-se a remover algumas lesões do rosto[carece de fontes?].

Aos 82 anos, Isabel deixou claro que não pretende abdicar[1]. Aqueles mais próximos a ela dizem que sua intenção é reinar até o dia de sua morte. A Rainha delega já alguns deveres de representação a seus filhos e também a outros membros da família real. Foi anunciado em 2005 que ela e seu marido reduziriam as viagens internacionais. Mas, fica claro que a Rainha pretende fazer tudo que puder até não estar mais fisicamente apta.

A sua imagem pública tem sido amenizada nos últimos anos, particularmente após a morte da rainha-mãe[carece de fontes?]. Apesar de permanecer reservada em público, tem sido vista rindo e sorrindo mais do que em anos anteriores[carece de fontes?], e foi com comoção que os súditos a viram chorar durante o culto em memória das vítimas dos ataques de 11 de Setembro de 2001, na Catedral de São Paulo e na Normandia, nas comemorações dos sessenta anos do Dia D, onde, pela primeira vez, se dirigiu às tropas do Canadá[carece de fontes?].

[editar] Finanças

Sandringham House em Norfolk, propriedade pessoal da rainha.

A fortuna estimada da rainha tem sido um objeto de especulação durante muitos anos, especialmente pelos tablóides. A revista americana Forbes já revelou várias vezes que a soberana possui uma fortuna de 600 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 330 milhões de libras esterlinas. O Palácio de Buckingham já declarou oficialmente que a fortuna da rainha não passa de 100 milhões de libras, algo pouco provável já que, além das residências privadas da Família Real britânica todas mantidas como patrimônio pessoal da monarca, somente a Royal Collection ultrapassa o valor de 10 bilhões de libras.

O Castelo de Balmoral e a Sandringham House, propriedades pessoais da rainha, são avaliadas em cerca de 310 milhões de libras e o Ducado de Lancaster, avaliado em mais de 9 milhões de libras em 2006 é utilizado pela monarca para pagar as despesas pessoais.


[editar] Religião

Além de seu papel como praticante da religião oficial do Reino Unido, a monarca tem responsabilidades como governante da Igreja Anglicana quando está na Inglaterra e participa dos trabalhos da Igreja da Escócia quando estadia em Balmoral. A rainha já expressou várias vezes a sua fé no Cristianismo, principalmente na Mensagem Real de Natal. No Natal do ano de 2000, a rainha disse estar comemorando o 2000º aniversário de Jesus Cristo.

«Para muitos de nós a fé e a convicção são de fundamental importância. Para mim, os ensinamentos de Cristo e minha própria responsabilidade com os serviços de Deus fornecem um quadro no qual eu tento levar a minha vida. Eu, como tantos de vocês, tenho recebido muito conforto nos momentos difíceis pelas palavras e pelo exemplo de Cristo»

Isabel também se revelou uma ímpar defensora do Diálogo inter-religioso durante seus encontros com líderes de diferentes religiões e apoia pessoalmente o Council of Christians and Jews (Conselho de Cristãos de Judeus do Reino Unido).

[editar] Ascendência

Isabel II na cerimónia anual da mais antiga e mais nobre honra inglesa, Ordem da Jarreteira.

A rainha Isabel é descendente da casa alemã de Saxe-Coburgo-Gota (Sachsen-Coburg-Gotha), que herdou o trono britânico após a morte da rainha Vitória (da casa de Hanôver), em 1901. Ela também é descendente de monarcas britânicos da distante casa de Wessex do século VII; da casa real escocesa, a casa dos Stuart, que remonta ao século IX. Pela parte de sua bisavó, rainha Alexandra, ela é descendente da casa real dinamarquesa de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Glücksburg, uma linhagem da casa norte-alemã de Oldenburg, uma das mais velhas da Europa. Como trineta da Rainha Vitória, A Rainha Isabel tem parentesco com chefes de Estados da maioria das casas reais da Europa. Ela é prima de Alberto II da Bélgica, Harald V da Noruega, Juan Carlos I da Espanha e Carlos XVI Gustavo da Suécia, também como os antigos reis Constantino II da Grécia e Miguel da Romênia, além das antigas casas reais da Prússia/Alemanha e Rússia.

[editar] Descendência

[editar] Títulos

Brasão de Armas da Rainha Isabel II da Casa de Windsor.

No Reino Unido, seu título oficial é de Isabel Segunda, pela Graça de Deus, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de Seus outros Reinos e Territórios Rainha, Chefe da Comunidade Britânica das Nações, Defensora da Fé. Na prática "rainha Isabel II" ("rainha Elizabeth II"), ou simplesmente "A Rainha", ou "Sua Majestade".

Na sua sucessão, o título Isabel II causará alguma controvérsia na Escócia, onde nunca existiu uma rainha chamada Isabel I. Um caso foi aberto para contestar o direito da rainha em utilizar o título de Isabel II na Escócia, argumentando que para fazê-lo ela estaria desrespeitando o Ato da União (1707). O processo se perdeu já que o acusador não tinha títulos para poder processar a Coroa, e que também a numeração dos monarcas fazia parte da prerrogativa real e que não poderia ser regulada pelo Ato da União. Há também duas outras controvérsias, que são menos divulgadas.

Futuros monarcas britânicos serão numerados de acordo com seus antecessores ingleses ou escoceses.

Seguindo a decisão dos primeiros-ministros da Comunidade Britânica na Conferência da Comunidade em 1953, a Rainha Isabel usa diferentes títulos em cada um de seus reinos.

Peculiarmente intitulada como "Sua Majestade, a Rainha" (e quando necessária distinção "Sua Majestade Britânica" ou "Sua Majestade Canadense"), seus antigos títulos foram:

  • Sua Alteza Real Princesa Isabel de York (1926-1936)
  • Sua Alteza Real, a Princesa Isabel (1936-1947)
  • Sua Alteza Real, a Princesa Isabel, Duquesa de Edimburgo (1947-1952)

Referências

[editar] Ver também

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Rainha do Reino Unido

6 de Fevereiro de 1952 – presente
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o Príncipe de Gales