 Lewandowski Crédito: josé cruz / abr / cp |
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O custo das eleições brasileiras - primeiro e segundo turnos - foi estimado em R$ 490 milhões pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski. O orçamento total para a organização do pleito era de R$ 549 milhões. "No segundo turno, houve um acréscimo de R$ 10,3 milhões que foram pagos com suplementações orçamentárias em dez estados", informou.
Segundo Lewandowski, o gasto previsto inicialmente era de R$ 40 milhões, apenas com alimentação de mesários - R$ 20,00 por mesário. Todos estes valores estão dentro dos R$ 490 milhões. "Isso significa que esta eleição custou R$ 3,60 por eleitor. É um custo relativamente barato para termos uma democracia funcionando e com esse grau de eficiência no nosso país", avaliou.
Para Lewandowski, o TSE chegou ao segundo turno com "índice elevado" de julgamentos sobre registro de candidaturas. "Dos 1.926, já julgamos 85%", calculou. Quanto aos casos relativos à Lei da Ficha Limpa foram julgados dois terços dos recursos, que têm um grau de dificuldade um pouco maior", disse. O ministro defendeu ontem que a campanha eleitoral comece no início do ano eleitoral. "O tempo da propaganda é muito curto", argumentou.
Segundo o ministro, das 420 mil urnas distribuídas em todo o país, houve "problemas mínimos" em 0,36% do total de máquinas distribuídas. Ele salientou que o TSE trabalhou com 40 mil urnas de reserva.
Ao anunciar o resultado da eleição presidencial, Lewandowski disse: "Às 20 horas, 4 minutos e 15 segundos, já podemos anunciar oficialmente a vitória matematicamente apurada da candidata Dilma Rousseff". Na eleição de 2004, foi possível anunciar o vencedor às 23h e, em 2006, às 21h30min.
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