Os 12 secretários de Estado do governo Yeda Crusius (PSDB) que irão concorrer nas eleições de outubro deixarão os cargos hoje para obedecer ao prazo máximo de desincompatibilização, fixado em 3 de abril. Dentre os que estão de saída, sete buscarão vaga na Assembleia Legislativa, três na Câmara Federal e um disputará o Senado. Eles deverão ser substituídos pelos secretários-adjuntos ou pelos diretores técnicos.
A lista dos egressos do Secretariado incluí João Carlos Machado, da Agricultura; Mônica Leal, da Cultura; Artur Lorentz, da Ciência e Tecnologia; Márcio Biolchi, do Desenvolvimento; Marco Alba, da Habitação; Osmar Terra, da Saúde; José Carlos Breda, das Obras; José Sperotto, do Turismo; Berfran Rosado, do Meio Ambiente; Paulo Odone, da Copa; e José Alberto Wenzel, das Relações Institucionais.
O chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, também deixa a função hoje por estar cotado para ser o candidato a vice-governador na chapa de Yeda, que tentará a reeleição ao Piratini. Esta possibilidade deverá se confirmar em caso de efetivação da aliança eleitoral entre PSDB e PP, que ainda negociam a parceria.
Correio do Povo
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