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O assassinato do secretário e ex-vice-prefeito de Porto Alegre Eliseu Santos causou perplexidade na classe política do Estado. O PTB, partido de Eliseu, transferiu para sexta-feira um encontro que seria realizado hoje, na Capital, para discutir alianças partidárias para disputar o pleito ao Palácio Piratini. "Nem tudo é política. Agora, no momento de uma perda tão grande, precisamos dar retaguarda à família", afirmou o deputado estadual Luís Agusto Lara, pré-candidato do PTB ao Piratini.
O senador Sérgio Zambiasi (PTB) disse que é difícil assimilar o fato em função das circunstâncias. "Ele estava cheio de expectativa com os projetos da Saúde. Estive com ele na quarta-feira e dois dias depois acontece uma coisa dessas", lamentou. O vice-prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), lastimou a morte de Eliseu e recordou os momentos vividos com o colega. "A perseverança dele vai fazer falta. Isso não se repõe. Ele levava alegria ao governo mesmo nas horas mais difíceis", afirmou.
O deputado federal Vieira da Cunha (PDT) lembrou do trauma imposto à filha da vítima. "Lamento que esta violência tenha acontecido na frente de uma menina de 7 anos. É hora de solidariedade."
Correio do Povo
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