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Ao final do enterro, o vice-prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, cobrou que a Polícia Civil seja ágil e precisa nas investigações da morte do secretário Eliseu Santos, alvejado por dois tiros na noite de sexta-feira enquanto deixava um culto religioso. "Não queremos o prolongamento das coisas. Precisamos de respostas muito claras das autoridades", disse Fortunati, alegando ser necessário esclarecer com urgência se Eliseu foi vítima de tentativa de latrocínio ou de execução pelos criminosos.
Ele ainda rejeitou a proliferação de especulações públicas sobre o caso. "Não entro na discussão de possibilidades do crime. Isso é com a Polícia. Mas eu quero rejeitar este achismo. É duro para a família ficar ouvindo detetives de plantão", afirmou. O vice-prefeito não acredita que a fama de polêmico possa ter sido um fator motivador para a hipotética execução. "Ele tinha as suas posições. Qual o homem público com posição que não é considerado polêmico", questionou.
O deputado federal Vieira da Cunha comentou que é indispensável acompanhar o trabalho da Polícia. "O encaminhamento é motivação por assalto ou execução. Mas temos que aguardar. É precipitado fazer qualquer avaliação", declarou. Para o deputado estadual Luis Augusto Lara, o fundamental é identificar e punir os criminosos.
Correio do Povo
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