| |
Entre as centenas de pessoas que passaram pelo velório do secretário da Saúde da Capital, Eliseu Santos, estavam militantes que acompanharam sua trajetória política. Integrante do PMDB Mulher, Maria Tereza Fagundes Dornelles, 62 anos, não escondia a dor pela perda. Amiga do político há dez anos, ela não se conformava com a morte de Eliseu. "Ele foi meu médico. Eu não conseguia andar por causa do meu joelho. Depois de quatro anos de tratamento fiquei boa. Não faz nem dois dias que conversamos pela última vez. Quando soube da notícia levei um choque", disse. A advogada Marli Costa Silva, 61 anos, que trabalha na assessoria jurídica da Secretaria de Saúde, estava inconformada. "Eliseu sempre primou pelos idosos, crianças e necessitados", resumiu. Ela trabalhava com ele desde a época em que foi deputado estadual. Estiveram presentes ao velório o ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, o líder do governo na Câmara Municipal, vereador Valter Nagelstein (PMDB), e o vice-prefeito José Fortunati (PDT).
Correio do Povo
0 comentários:
Postar um comentário