1.7.09

A tragédia da Soyuz - História virtual


Jornal do Brasil: A tragédia da Soyuz

Os cosmonautas Georgi Dobrovolski, Vladislav Volkov e Viktor Patsayev, que estavam em órbita da Terra na estação Salyut-1 por 42 dias, foram encontrados mortos nos assentos da cápsula Soyuz-11 pela equipe de resgate soviética. Os cosmonautas retornaram à Terra depois de terem cumprido todos os objetivos da missão. A Soyuz-11 desceu suavemente no local predeterminado, mas quando foi a escotilha da nave foi aberta os tripulantes estavam "sem sinal de vida".
As mortes foram provocadas por falha da válvula que deveria controlar a pressurização dentro da cabine durante a reentrada na atmosfera. Devido ao defeito todo o oxigênio do interior da nave escapou e os tripulantes foram asfixiados. Os cosmonautas haviam batido o recorde de permanência no espaço, que se manteve até a missão americana Skylab 2, em maio de 1973.

A partir de estudos realizados depois da tragédia os técnicos soviéticos concluíram que os astronautas deveriam usar trajes conectados a um sistema de emergência pronto para responder a uma perda de pressão durante a reentrada na atmosfera ou decolagem. A Soyuz foi redesenhada para transportar apenas dois cosmonautas. O espaço extra seria usado pela dupla para vestir os trajes espaciais.

O início do programa foi problemático. Os russos começaram a projetar a Soyuz depois do discurso do presidente John Kennedy, em 1961, anunciando que os americanos iam enviar homens à Lua antes do final da década. A ideia era derrotar os americanos e chegar à Lua em 1968. A primeira missão de teste seria realizada em abril de 1967.

Duas Soyuz seriam lançadas no intervalo de poucas horas. A Soyuz 1 levaria o cosmonauta Vladimir Komarov e a Soyuz 2 seria tripulada por Valery Kubasov, com mais dois tripulantes a bordo. A nave que subiu com Komarov não abriu um dos painéis solares e o sistema de orientação também apresentou defeitos.

O lançamento da Soyuz 2 então foi cancelado e os técnicos tentaram trazer de volta o cosmonauta. Entretanto o sensor de altitude falhou, o paraquedas principal não se abriu. Komarov morreu quando o paraquedas de reserva também falhou e a nave se espatifou no solo.

Marcos Pontes viajou na Soyuz
O primeiro astronauta brasileiro, Marcos Pontes, viajou a bordo da nave Soyuz em companhia do cosmonauta russo Pavel Vinogradov e do americano Jeffrey Williams, em março de 2006. A Soyuz de Marcos Pontes foi a última versão do mesmo modelo usado em 1967.

A missão da década de 60 fracassou, mas nave passou a ser o principal meio de transporte até a estação espacial internacional. A Soyuz decolou da base de Baikonur, no deserto do Cazaquistão, impulsionada por um foguete igual ao que lançou Iuri Gagarin, o primeiro homem a viajar para o espaço, em 1961.

O foguete, que lançou as Soyuz, tem um estágio superior mais comprido, e leva mais combustível do que o usado por Gagarin, já que a Vostok do primeiro cosmonauta só levava um tripulante, enquanto a Soyuz transportava três.

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Montezuma - Motecuhzoma Xocoyotzin - História virtual

Motecuhzoma Xocoyotzin

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Palácio de Moctezuma.

Moctezuma II (também chamado Motecuhzoma Xocoyotzin) (1466-1520) foi um governante (tlatoani) asteca. Seu governo iniciou por volta de 1502 e findou em 1520.

Nota: - a grafia Montezuma, para designar este imperador, é a mais difundida. Diversas cidades norte-americanas, e uma no Brasil, têm este nome em homenagem ao Imperador Asteca - além de ter sido um nome adotado por muitos.


Nome

Algumas vezes é chamado apenas de Moctezuma. Montezuma é uma forma antiga de denominação, ao passo que Moctezuma tem sido usado pela língua espanhola. Motecuhzomaé seu nome original no idioma nahuatl, e significa "ele, que se torna governante por sua cólera". Vem da junção de mo = terceira pessoa (indicando posse); tecuhtli, "senhor"; e zoma, "zangado" ou "de olhar carrancudo". O uso de "segundo" é para distingui-lo de outro Moctezuma (chamado de Moctezuma I). Outra forma de diferenciá-los é que "Moctezuma I" era chamado Motecuhzoma Ilhuicamina (em nahuátl = "solitário que lança uma flecha ao céu"), enquanto "Moctezuma II" era chamado Motecuhzoma Xocoyotzin (Xocoyotzin significa "o honrado ").


Antecedentes

Moctezuma II, herdeiro de Auitzotl, era o governante da cidade de Tenochtitlán. Sua personalidade era mais a de um literato (em nahátl,tlatimine) que a de um guerreiro. Ele era um sacerdote e chefe da Calmecac, a escola das classes superiores.

Em 1502, depois de assumir o poder, ele demitiu a maioria das autoridades e substituiu-as por ex-alunos seus. Para se distanciar das pessoas comuns criou um elaborado ritual, que intriga os estudiosos. Ele criou um templo especial, dedicado aos deuses das cidades conquistadas, no inteior do templo de Huitzilopochtli. Durante seu reinado, ele aumentou o poder da cidade de Tenochtitlán para, posteriormente, dominar as cidades irmãs de Texcoco e Tlatelolco.


Contato com os espanhóis

Diz uma lenda que surgiram oito sinais, nos dez anos anteriores à chegada dos conquistadores espanhóis, indicando que o império asteca entraria em colapso:

  1. um cometa apareceu no céu durante o dia.
  2. uma coluna de fogo (possivelmente o cometa) apareceu no céu noturno.
  3. o templo de Huitzilopochtli foi destruído pelo fogo.
  4. um raio atingiu o templo de Tzonmolco.
  5. Tenochtitlán sofreu uma inundação.
  6. estranhas pessoas com várias cabeças porém um só corpo foram vistas caminhando naquela cidade.
  7. uma mulher foi vista pranteando lamúrias pelos astecas.
  8. um estranho pássaro foi capturado. Quando Moctezuma fitou seus olhos, que funcionavam como espelhos, ele viu estranhos homens aportando à costa.

Na primavera de 1519, ele recebeu as primeiras notícias de estranhos chegando à costa de seu império. Moctezuma enviou um embaixador com duas roupas, uma do deus Tlaloc, e outra do deus Quetzalcoatl. Cada um destes deuses astecas tinha seus atributos: Tlaloc tinha uma máscara que fazia parecer que usasse óculos; já Quezalcoatl tinha uma máscara com uma barba. O embaixador asteca, ao ver o espanholHernán Cortés, achou que o conquistador tinha os atributos de Quezalcoatl, e vestiu-o como o deus. Em seguida, informou Moctezuma a respeito. Cortés decidiu marchar até Tenochtitlán. Moctezuma tentou evitar sua aproximação mandando mais presentes, porém a miragem doouro era irresistível para os espanhóis. Moctezuma também enviou mágicos, sacerdotes, e mesmo um de seus embaixadores, Tzihuacpopoca, que fingiu ser o imperador. Moctezuma enviou ainda mais presentes quando Cortés se aproximou de Tenochtitlán. O contador do reino asteca registrou:

- Eles deram aos espanhóis peças de ouro, penugens da ave quetzal e gargantilhas de ouro. E quando lhes deram isso, suas faces eram de sorrisos, eles (os espanhóis) estavam maravilhados(...).

A 8 de novembro de 1519, Moctezuma encontrou Hernán Cortés, a quem acreditava ser o deus Quetzalcoatl. Quando Cortés chegou em Tenochtitlán, Moctezuma presenteou-o com flores de seu próprio jardim, que era a mais alta honraria que poderia oferecer. Cortés ordenou-lhe que suspendesse todos os sacrifícios humanos: Moctezuma concordou, o sangue do templo foi lavado, e as imagens de deuses astecas foram substituídas por ícones do cristianismo. Moctezuma até mesmo concordou em ser batizado e declarou-se um súdito do rei Carlos I daEspanha. Moctezuma recebeu Cortez no palácio de Axayacatl com todos os seus homens e 3000 indígenas aliados.


Justa indignação

Relata-se que, depois de submeter-se aos espanhóis, Montezuma estudava cuidadosamente a religião cristã, possivelmente com o fim de incluir sua figura maior, o Cristo, no panteão de deuses que adorava.

Ao ser informado sobre a cerimônia da eucaristia explodiu indignado diante de Cortês :

Mas quem és tu, vil criatura humana como eu, que te permites comer a carne de deus e beber o seu sangue ?!

Pode-se compreender a indignação do imperador já que, ao contrário dos cristãos, os astecas ofereciam o seu sangue e o seu coração aos seus deuses, tomando Cortês como um monstro que se permitia devorar seu deus.

Embora houvesse muita boa vontade por parte de Montezuma em aceitar a religião que se lhe impunha, havia enorme dificuldade de compreendê-la, pois, como homem muito religioso, desejava sinceramente convencer-se. Em outra ocasião, conta-se, teria verbalizado a seguinte confusão :

Se os homens de sua tribo sacrificaram Cristo para o seu deus, por que adoram a ele, vítima sacrificial, e não ao próprio deus ?


Após a morte de Moctezuma

Os sacerdotes de Montezuma previram a chegada de Cortés, em 1519, como a volta do legendário deus-rei Quetzalcóatl, vindo do leste. Isto causou uma certa hesitação e indecisão de sua parte, explorada por Cortés, que o fez refém e forçou-o a negociar com seu povo. Devido à sua proposta de instituir o pagamento de tributos à Espanha, foi deposto em 1521 e atacado pelos espanhóis. Foi ferido, morrendo três dias depois, tendo sido sucedido por Cuitláhuac.

Cuitláhuac morreu pouco tempo depois de varíola, e foi substituído pelo sobrinho de Moctezuma, Cuauhtémoc, um jovem de 19 anos, que sempre se opôs aos espanhóis. Ele conclamou o povo asteca a resistir de qualquer maneira, mas no ano seguinte, em 1522, o Império Asteca já sucumbira totalmente ao controle espanhol. Durante o período da conquista, a filha de Moctezuma, Techichpotzin, se tornou a herdeira da riqueza do rei, recebendo o nome cristão de "Isabel". Posteriormente se casou com vários espanhóis.


Fonte: Wikimedia Foundation



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Floriano Peixoto - História virtual (1.7.09)

Floriano Vieira Peixoto (Maceió, 30 de abril de 1839Barra Mansa, 29 de junho de 1895) foi um militar e político brasileiro. Primeiro vice-presidente e segundo presidente do Brasil, presidiu o Brasil de 23 de novembro de 1891 a 15 de novembro de 1894, no período daRepública Velha.

Nascido em Ipioca, distrito da cidade de Maceió (Alagoas) numa família pobre, foi criado pelo padrinho e tio, coronel José Vieira de Araújo Peixoto. Floriano Vieira Peixoto foi matriculado numa escola primária em Maceió (Alagoas) e aos dezesseis anos foi para o Rio de Janeiro, matriculado no Colégio São Pedro de Alcântara.

Assentado praça em 1857, ingressou na Escola Militar em 1861. Em 1863 recebeu a patente de primeiro-tenente, seguindo sua carreira militar. Floriano era formado em Ciências Físicas e Matemáticas.

Floriano ocupava posições inferiores no exército até a Guerra do Paraguai, quando chegou ao posto de tenente-coronel. Ingressou na política, como presidente da província de Mato Grosso, passando alguns anos como ajudante-geral do exército. Em 1889 assumiu a vice-presidência de Deodoro da Fonseca, e dois anos depois viria a assumir a presidência com a renúncia do marechal Deodoro.


Presidência da República
Alegoria referente à eleição presidencial de 1891








Seu governo teve grande oposição de setores conservadores, como a publicação do Manifesto dos 13 generais. O apelido ou alcunha, de"marechal de ferro" era devido à sua atuação enérgica e ditatorial, pois agiu com determinação ao debelar as sucessivas rebeliões que marcaram os primeiros anos da república do Brasil. Recebeu também o título de Consolidador da República.

Entre estas, a Revolta da Armada no Rio de Janeiro, chefiada pelo almiranteSaldanha da Gama, e a Revolução Federalista no Rio Grande do Sul, ambas com apoio estrangeiro. A vitória de Floriano sobre essa segunda revolta gerou a ainda controversa mudança de nome da cidade de Nossa Senhora de Desterro, paraFlorianópolis ("Cidade Floriana") em Santa Catarina.

Apesar da constituição versar no art. 4 novas eleições quando o presidente renunciasse antes de dois anos, Floriano permaneceu em seu cargo, alegando que a própria constituição abria uma exceção, ao determinar que a exigência só se aplicava a presidentes eleitos diretamente pelo povo, assumindo assim o papel de consolidador da República.

Entre o final de 1891 e 15 de novembro de 1894, o governo de Floriano Peixoto foi inconstitucional, pois estava a presidência da Repúblicasendo exercida pelo vice-presidente sem que tivessem acontecido novas eleições presidenciais, como exigia a constituição.


Início da ditadura

Marechal Floriano Peixoto

Consta que Floriano Peixoto lançou uma ditadura de salvação nacional. Seu governo era de orientação nacionalista e centralizadora. Demitiu todos os governadores que apoiaram Deodoro da Fonseca. Na chamada Segunda Revolta da Armada agiu de forma positiva e contundente vencendo-a de maneira implacável, ao contrário de Deodoro.

O período em que Floriano Peixoto governou não foi considerado exatamente uma ditadura, pelo fato de existirem partidos políticos mineiros e paulistas, por ocorrerem votações e por não ser um governo isolado.


A segunda Revolta da Armada

Aconteceu em 1893, desta vez contra o presidente, marechal Floriano Peixoto. Esta também foi chefiada pelo almirante Custódio de Melo, depois substituído pelo almirante Saldanha da Gama. Floriano não cedeu às ameaças; assim, o almirante ordena o bombardeio da capital brasileira. O movimento desencadeado pela marinha de guerra no Rio de Janeiro terminou em 1894, com a fuga dos revoltosos para Buenos Aires.


Marechal de Ferro

Floriano Peixoto e a Guerra do Paraguai numa ilustração de Ângelo Agostini

Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, em seus três anos de governo como vice-presidente, enfrentou aRevolução Federalista no Rio Grande do Sul, iniciada em fevereiro de 1893. Ao enfrentá-la, apoiou Júlio Prates de Castilhos.

Floriano Peixoto entregou o poder em 15 de novembro de 1894 a Prudente de Morais, falecendo um ano depois, em sua fazenda.

Em seu governo determinou a reabertura do congresso e o controle sobre o preço dos gêneros alimentícios de 1ª necessidade e os aluguéis.

O culto à personalidade de Floriano – o florianismo – foi o precursor dos demais "ismos" da política do Brasil: o getulismo, o ademarismo, o janismo, o brizolismo e omalufismo, segundo a tradição política brasileira de reunir correntes políticas mais em torno de homens do que de idéias.


Ministros

CargoMinistro
Ministro da Justiça e
Negócios Interiores
  1. José Higino Duarte Pereira (interino)
  2. Fernando Lobo Leite Pereira
  3. Inocêncio Serzedelo Correia (interino)
  4. Alexandre Cassiano do Nascimento (interino)
Ministro da Marinha
  1. contra-almirante Custódio José de Melo
  2. contra-almirante Filipe Firmino Rodrigues Chaves
  3. vice-almirante Francisco José Coelho Neto
  4. general Bibiano Sérgio Macedo Costallat
  5. contra-almirante João Gonçalves Duarte
Ministro da Guerra
  1. general José Simeão de Oliveira
  2. contra-almirante Custódio José de Melo (interino)
  3. general Francisco Antônio de Moura
  4. marechal Antônio Enéias Gustavo Galvão (interino)
  5. general Bibiano Sérgio Macedo Costallat (interino)
Ministro dos Negócios
Estrangeiros
  1. contra-almirante Custódio José de Melo
  2. Fernando Lobo Leite Pereira
  3. Inocêncio Serzedelo Correia
  4. Antônio Francisco de Paula Sousa
  5. Felisberto Firmo de Oliveira Freire
  6. João Filipe Pereira
  7. Carlos Augusto de Carvalho
  8. Alexandre Cassiano do Nascimento
Ministro da Fazenda
  1. Antão Gonçalves de Faria
  2. Francisco de Paula Rodrigues Alves
  3. Inocêncio Serzedelo Correia
  4. Felisberto Firmo de Oliveira Freire
  5. Alexandre Cassiano do Nascimento (interino)
Ministro da Agricultura,
Comércio e Obras Públicas
  1. Antão Gonçalves de Faria
  2. Inocêncio Serzedelo Correia
Ministro da Indústria,
Viação e Obras Públicas
  1. Antônio Paulino Limpo de Abreu
  2. Antônio Francisco de Paula Sousa
  3. João Filipe Pereira
  4. Bibiano Sérgio Macedo Costallat

Fonte: Almanaque Abril 87, pgs.118/119


Representações na cultura

O Marechal Floriano já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Cláudio Cavalcanti na minissérie "República" (1989) e Othon Bastos no filme "Policarpo Quaresma, Herói do Brasil" (1998). Também teve sua efígie impressa nas notas de Cr$ 100 (cem cruzeiros) em circulação no Brasil entre 1970 e 1986.


Bibliografia

  • CAMÊU, Francolino, e VIEIRA PEIXOTO, Artur, Floriano Peixoto Vida e Governo, Editora Universidade de Brasília, 1983.
  • CORRÊA, Serzedello, Páginas do Passado - Floriano Peixoto na Intimidade o Mesmo na Vida... , Editora: Officinas Graphicas do Jornal, 1919.
  • KOIFMAN, Fábio, Organizador - Presidentes do Brasil, Editora Rio, 2001.
  • LARANJEIRA, Joaquim, Floriano Peixoto, Editora Adersen.
  • MIRANDA, Salm de, Floriano Peixoto, Editora Biblioteca do Exército, 1963.
  • SILVA, Helio, Floriano Peixoto - Segundo Presidente do Brasil - 1891 1894, Editora Três, 1983.
  • SILVA, Cyro, Floriano Peixoto - O consolidador da República, Editora Edaglit, 1963.
  • VIEIRA PEIXOTO, Biografia do marechal Floriano Peixoto, Editora Imprensa Nacional, 1939.


Ver também




Ligações externas


Precedido por
Manuel de Almeida Lobo d'Eça
Presidente da província de Mato Grosso
18841885
Sucedido por
José Joaquim Ramos Ferreira
Precedido por
Eduardo Wandenkolk
Ministro da Guerra do Brasil
18901891
Sucedido por
Antônio Nicolau Falcão da Frota
Precedido por
Vice-presidente do Brasil
26 de fevereiro de 189123 de novembro de 1891
Sucedido por
Manuel Vitorino
Precedido por
Deodoro da Fonseca
Brasil Presidente do Brasil
18911894
Sucedido por
Prudente de Morais