| Pressionado, presidente do Senado preferiu não aparecer no plenário à tarde | |||||
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| Depois de o PSol ter procotolado representação na Mesa Diretora propondo a abertura de processo por quebra de decoro contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mais três partidos – Dem, PSDB e PDT – defenderam formalmente sua licença do cargo. Para se contrapor à pressão pelo afastamento de Sarney, a bancada do PMDB divulgou uma nota, assinada 17 de seus 19 representantes, reiterando apoio ao presidente do Senado. Acuado, Sarney preferiu não aparecer no plenário à tarde, o que reforçou as dúvidas sobre sua capacidade de enfrentar a pressão e continuar no comando da Casa. Mesmo com o apoio declarado do PMDB e do PT, Sarney demonstrou abatimento. Pela primeira vez nos últimos dias, a possibilidade de afastamento do cargo chegou a ser cogitada no seu grupo mais restrito, inclusive na família. O que mais abalou Sarney foi a decisão do Dem de pedir sua licença da presidência até a conclusão das investigações sobre a participação da empresa de seu neto José Adriano Cordeiro Sarney em contratos de empréstimos consignados a servidores da Casa. A decisão da bancada, anunciada pelo líder do Dem, José Agripino (RN), não foi unânime, mas Sarney sentiu o golpe, já que o Dem apoiou sua candidatura. Além de Heráclito Fortes (PI), primeiro-secretário da Casa, foram contra a proposta os senadores Antonio Carlos Magalhães Júnior (BA) e Eliseu Rezende (MG). As informações são do Correio do Povo. |
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1.7.09
Política - Dem, PSDB e PDT pedem que Sarney deixe o cargo
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