| Dirigente do PMDB disse que investigações da CPI levarão a parlamentares | ||
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| Declarações do deputado federal e secretário-geral do PMDB gaúcho, Eliseu Padilha, feitas durante entrevista à Rádio Guaíba, deram origem a nova polêmica. Ele disse, na sexta-feira, que 'altas lideranças políticas' do RS aparecerão nas investigações da Operação Solidária. Segundo Padilha, deputados que defendem a CPI sabem que ela não pode sair porque seus nomes virão à tona. Ontem, o líder da bancada do PT na Assembleia, deputado Elvino Bohn Gass, disse que solicitará que a mesa diretora e o colégio de líderes da Casa adotem providências a respeito das declarações. 'Há duas questões muito graves nas declarações do deputado. Ele fez um questionamento sobre quem vai governar o Rio Grande caso a governadora Yeda saia. Ora, se admite a possibilidade de ela sair é porque de fato há problemas. Além disso, colocou o parlamento sob suspeição', considera Bohn Gass. O líder da bancada do PDT, deputado Adroaldo Loureiro, disse ontem que a solicitação do petista terá o apoio do PDT. 'O que o deputado Padilha disse só reforça a necessidade de instalação de uma CPI.' Loureiro assegurou que seu partido está 'muito tranquilo' em relação às declarações do peemedebista. 'Certamente não há envolvimento algum de nossos deputados nas insinuações feitas por ele. E, caso houvesse, o melhor é investigar.' As informações são do Correio do Povo. | ||
1.6.09
Política - Entrevista de Padilha gera polêmica na Assembleia/RS
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