Na véspera do Dia do Trabalho, centrais sindicais promoveram um ato público em frente ao Palácio Piratini. Com caminhão de som e faixas de protesto contra a governadora Yeda Crusius, os sindicalistas pediram políticas de proteção ao emprego e criticaram a 'precarização' dos serviços públicos. Antes disso, em passeata pelo Centro, a mobilização gerou longos congestionamentos no trânsito.
O ato foi liderado pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, com o reforço do Cpers/Sindicato – que reuniu mais de 2 mil pessoas em assembleia geral no Gigantinho. À medida que os professores se aproximavam do Centro, integrantes de movimentos sociais e centrais de trabalhadores se juntaram ao ato.
'Estamos aqui para pedir um basta ao sucateamento do Estado', disse o presidente da CUT, Celso Woyciechowski. Os manifestantes exigiram redução da jornada mantendo salários e direitos. No final do ato, deixaram um caixão simbólico na praça. 'Este é um governo fraco, que reprime e não respeita servidores', disse a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. O protesto foi acompanhado por cerca de cem PMs. As informações são do Correio do Povo.
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